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Macaxeira (Bairro, Recife)

Jaqueline Ferreira Campelo de Farias
Coordenadora de Biblioteca da Escola Municipal em Tempo Integral Nadir Colaço (Programa Manuel Bandeira de Formação de Leitores).
Cláudia Verardi
Bibliotecária - Analista em C&T da Fundação Joaquim Nabuco
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Foto: Vista panorâmica do Bairro da Macaxeira - Alto do Cruzeiro.
Fonte: As autoras.


A cidade do Recife, capital pernambucana, é a mais antiga entre as capitais brasileiras; foi fundada no dia 12 de março 1537. Ocupa uma área aproximada de 218 quilômetros quadrados e possui uma população de 1.536.934 habitantes, distribuídos por 94 bairros.

Geograficamente, a cidade do Recife é formada por uma imensa planície aluvial que se estende até esbarrar nos morros que a rodeiam, formando um verdadeiro anfiteatro. Esta planície é cortada pelos rios Capibaribe, Beberibe e Tejipió, cuja saída para o mar constitui o grande estuário coberto de mangues, no coração da cidade, caracterizando-a por uma paisagem singular (BARROS, 1995, p. 21).

Nesse grande anfiteatro, nessa paisagem singular, está localizado o bairro da Macaxeira, ocupando 125 hectares, entre morros e áreas planas, limitando-se com os bairros: Córrego do Jenipapo, Nova Descoberta e Apipucos, do qual se desmembrou no início do Século XX.

O bairro está localizado na Zona Norte do Recife, na RPA 03 (Região político-administrativa), das 06 (seis) existentes na cidade. Possui uma população de 20.313 habitantes.

De acordo com o site oficial da Prefeitura do Recife, mais da metade da população do bairro da Macaxeira é composta por mulheres, sendo 45,27% responsáveis pelo sustento da família. Quase a metade da população está na faixa etária entre 25 e 59 anos. Quanto à “cor ou raça”, mais de 56% das pessoas se declaram pardas. Toda essa população habita 5.807 domicílios, tendo cada um deles uma média de 3,5 moradores e uma renda média mensal de R$  1.387.

Traçamos um breve perfil do bairro da Macaxeira, mas, de onde vem esse nome?

Segundo depoimentos de antigos moradores, o nome tem origem em uma plantação de macaxeira, que naquele local existia. No lugar dessa plantação, no ano de 1895, foi construída a Fábrica de Tecidos de Apipucos. O bairro da Macaxeira tem sua história intimamente ligada à existência dessa fábrica. No início, ela era uma pequena fábrica de estopa. No ano de 1925, Othon Lynch Bezerra de Mello, mais conhecido como Coronel Othon, um comerciante natural de Limoeiro, cidade de Pernambuco, comprou a referida fábrica, como também uma vasta área de terreno disponível em seu entorno, o que incluía o Açude Apipucos, suas margens e parte do lado oposto a uma linha férrea, que passava na frente da fábrica, totalizando uma área de 55 hectares.

A fábrica tinha uma localização estratégica, ficava na margem da linha férrea que unia Recife a Limoeiro, favorecendo a circulação de bens produzidos para o Porto do Recife, interior do estado e outros destinos que ultrapassavam as fronteiras de Pernambuco. Havia outros elementos importantes: a grande área de terra no seu entorno, que possibilitaria ampliações, se necessário fosse, e a proximidade do Açude de Apipucos, de onde se retirava água, elemento indispensável para o processo de produção, tingimento dos tecidos e funcionamento da fábrica, de maneira geral.

Durante a nova administração, a fábrica passou a se modernizar. Segundo Santos (1994), o próprio Coronel Othon viajou para a Europa para comprar teares, caldeiras e fiadeiras, que pertenceram a uma fábrica localizada em Salford, na Inglaterra. Essa tecelagem havia se modernizado com máquinas novas, então vendeu o seu complexo industrial, ainda em boas condições,

Com o crescimento da fábrica, o bairro foi se desenvolvendo e o Coronel Othon começou a construção de um complexo fabril, espelhando-se no modelo europeu, que realizava a construção de verdadeiras cidades industriais dentro da cidade. Uma maneira de aproximar o operário do seu lugar de trabalho, evitando deslocamentos.

Com esse objetivo, entre as décadas de 1930 e 1940, duas vilas operárias foram construídas: a Vila Maria Amália, conhecido como Vila da Carrapateira e a Vila Regina, conhecida como Vila Buriti. Os lotes eram estreitos e compridos, as casas eram conjugadas, no alinhamento da rua, ou seja, sem recuo frontal.

Muitos dos moradores do bairro entrevistados têm recordações sobre o processo de urbanização da Macaxeira, alguns por terem vivenciado e outros por ouvirem as histórias contadas por seus familiares e amigos mais antigos. É o caso da Sra. Maria do Carmo Gomes da Silva (Dona Carminha) e do Sr. Edinaldo Arantes dos Santos (Seu Edinaldo), ambos nasceram e moram no bairro da Macaxeira há 68 anos, sendo testemunhas de momentos do apogeu à decadência da Fábrica da Macaxeira.

As casas foram construídas em lotes estreitos e compridos, eram padronizadas: todas tinham dois quartos, uma sala, uma cozinha e um banheiro, eram conjugadas, no alinhamento da rua, ou seja, sem recuo frontal e tinham a mesma fachada, com porta e janela. Seu Edinaldo e Dona Carminha lembram que todas as casas eram pintadas de branco, por dentro e por fora, e tinham uma barra preta de piche. A pintura era providenciada pela fábrica.

Eles recordam que as atividades esportivas, a música, a dança, o lazer e as festividades faziam parte do cotidiano dos operários. Havia igreja católica, praça, escola, creche, clube, lojas, mercado, posto médico e dentário, comissariado, entre outros serviços destinados ao uso exclusivo dos trabalhadores da fábrica e de seus familiares. Segundo Barreto (2004, p. 80) “A infraestrutura da vila operária representava um mecanismo de controle da mão-de-obra fabril, com a permanência do operariado”. Opinião comungada por Seu Edinaldo, que fez a seguinte afirmação: “Eles faziam tudo pra que as pessoas ficassem só aqui dentro”. 

Dona Carminha e Seu Edinaldo recordam que, apesar de todos esses serviços prestados, as pessoas não tinham livre acesso a todas as áreas do bairro. Em muitos lugares havia vigias, que só permitiam a passagem, mediante identificação; tinha que ser trabalhador da fábrica ou pertencer à família.

Para dar uma melhor ideia do mecanismo de controle dos operários, podemos citar o local de construção da casa da família Othon. Ela ficava no morro localizado em frente à fábrica, pois de lá dava para vê-la à distância e, assim, ter um maior controle do que lá acontecia. Atualmente restam apenas ruínas da velha casa, que já foi símbolo do poder político e econômico.

Dona Carminha, falando sobre o antigo bairro da Macaxeira, lembra que:

Apesar de naquele tempo a gente saber que era tudo rígido (...), era o tempo de Coronel, mas eu tenho belíssimas recordações do meu tempo de infância aqui. Eu brincava, eu corria livremente pelas ruas. Era tão bom! A gente tinha mais amizade, as famílias eram mais unidas. Com a modernização, claro que melhorou bastante, a gente tá progredindo e a gente precisa progredir muito mais.

Após a morte do Coronel Othon, em 1949, todo o empreendimento industrial passou a ser administrado por herdeiros, chegando a fechar mais de uma vez. Segundo Lima (2000, p. 49), o primeiro fechamento da fábrica aconteceu em 1982, quando lá trabalhavam mil operários. Três anos depois, voltou a funcionar com apenas 580 empregados, gerando grande impacto na capacidade de produção. Em 1992, aconteceu o fechamento definitivo, consequentemente, a vila perdeu seu caráter operário e sofreu várias descaracterizações físicas. O mercado público que pertencia à fábrica foi demolido e a loja de tecidos e a associação recreativa foram desativadas. Altos índices de desemprego foram registrados.

De acordo com Barreto (2015, p.90), vários fatores foram responsáveis pelo seu declínio: a crise na cultura do algodão, os altos impostos, o desinteresse dos seus herdeiros e a sua preferência pelos investimentos na rede de hotéis, entre outras razões de ordem econômica e política.

Após o fechamento da fábrica, houve algumas tentativas fracassadas para reanimação da área. Uma delas foi a ideia da construção de um Shopping Center, no final do século XX e a criação de uma refinaria multicultural, no início do século XXI. O vasto terreno, de 10 hectares, situado numa área privilegiada da cidade, tornou-se alvo de especulações imobiliárias, planejando-se até a construção de conjuntos de prédios habitacionais. Mas nada disso aconteceu.

Em novembro de 2012, na área do prédio da fábrica, que ficou abandonada por cerca de 20 anos, teve início a construção do maior parque urbano da Região Metropolitana do Recife, o Parque Urbano da Macaxeira Ministro Fernando Lyra e a Escola Técnica Estadual (ETE) Miguel Batista, inaugurados no dia 03 de abril de 2014. O nome da escola foi uma homenagem a um líder sindical e operário da antiga Fábrica da Macaxeira.

De acordo com informações contidas no site oficial do Governo do Estado de Pernambuco, foram investidos R$ 54,1 milhões para a construção do parque, que ocupa uma área de 10 hectares, e R$ 7,8 milhões para erguer a Escola Técnica, que tem 3,7 mil metros quadrados de área construída.
 
O referido site informa ainda que o parque foi inaugurado com uma ciclovia com 630 metros, pista de cooper com 1,1 quilômetro, duas quadras poliesportivas, um campo de futebol, pista de skate com 950 metros quadrados, playground e academia com equipamentos de musculação. Com a promessa de serem entregues no mês seguinte: um posto de atendimento do Expresso Cidadão, uma biblioteca multimídia, um restaurante e um circo arena. Segundo o Sr. Fernando Pereira dos Santos, morador do bairro há 24 anos, ex-líder comunitário que continua atuando em questões sociais; da promessa para o mês seguinte (maio de 2014), só o circo arena e a biblioteca foram concluídos. O restante, e muito mais, vem sedo reivindicado pela comunidade.

Já a Escola Técnica, que ocupa o prédio principal da antiga Fábrica da Macaxeira, tem capacidade para atender mais de mil estudantes. Ela possui: quadra poliesportiva coberta, refeitório, área de convivência, 11 salas de aula, biblioteca, auditório, banheiros, cozinha, seis laboratórios para as diferentes disciplinas. Lá são oferecidos: Curso Médio Integrado (Ensino Médio integrado a um Curso Técnico) e Cursos Técnicos presenciais e à distância, sendo 20% presencial.

Além da Escola Técnica, no bairro há várias outras escolas, das diferentes redes de ensino: municipal, estadual e particular. As que atendem um maior número de alunos são: a Escola Municipal em Tempo Integral Nadir Colaço e a Escola Estadual Coronel Othon. A primeira traz o nome de uma missionária que muito fez pela comunidade e a outra, o nome do antigo dono da Fábrica da Macaxeira, que durante muitos anos dominou essa região.

Outras escolas têm nomes homenageando a família do Coronel Othon: a Escola Estadual Maria Amália, que traz o nome de sua esposa, foi a primeira do bairro, e a Escola Luiz de Brito, nome do seu filho, que hoje se chama Escola Municipal Cecília Meirelles; funcionando no prédio onde era a antiga residência do padre da comunidade.

Outras escolas também ocupam hoje prédios que tiveram diferentes usos na época em que a fábrica funcionava: a Escola Municipal Diácono Abel Gueiros, está hoje no local onde funcionava um posto de saúde e a Escola Municipal Presbítero José Bezerra, onde era O Recreio, espaço de lazer dos funcionários da fábrica e seus familiares.

Temos também as escolas particulares: o Instituto Educacional Lira e o Colégio Menezes.  O bairro ainda tem o privilégio de acolher a Escola Pernambucana de Circo (EPC), que não oferece Educação Básica, como as demais, mas traz muita alegria.

Outro privilégio do bairro é ser cortado por uma das maiores e mais importantes avenidas do Recife, a Avenida Norte Miguel Arraes de Alencar, que tem quase nove quilômetros de extensão e passa por dez bairros. Essa Avenida começa na Rua da Aurora, no bairro de Santo Amaro, e termina justamente no bairro da Macaxeira, na BR-101, perto do Terminal Integrado de Passageiros. Ela foi construída onde já havia sido a Ferrovia Recife-Limoeiro, substituída pelo chamado bonde elétrico.

O acesso ao bairro é feito, principalmente, pela Avenida Norte, de onde partem as ruas planas e também as ladeiras e escadarias em direção às partes mais altas. A maioria dos moradores não possui automóvel, moto ou qualquer outro meio de transporte, dependendo de ônibus para se transportarem para lugares mais distantes.

Hoje, o bairro da Macaxeira ainda é considerado, por muitos moradores, um bom lugar para se viver. A maioria das casas possui apenas um pavimento e poucas têm mais de um andar. Os edifícios com mais de dois andares são muito raros. Muitas casas são construídas sem recuo frontal, várias são conjugadas e não têm quintal ou jardim e ficam coladas lateralmente umas nas outras. Muitas ruas são estreitas e de difícil circulação. Todo esse cenário tem origem nas diferentes formas de ocupação do espaço urbano; seja na construção das vilas ou nas ocupações que ocorreram ao longo do tempo.
 
Segundo Barros (1995, p. 38) a ocupação dos morros da Zona Norte do Recife, onde está localizada parte do bairro da Macaxeira, aconteceu a partir da década de 40. Os moradores, que lá se instalaram, vieram das áreas centrais do Recife, expulsos pela erradicação dos mocambos, como também do interior do estado, em uma fase de intenso êxodo rural (décadas de 1940 a 1970).

A partir dos anos 80, a ocupação dos morros pela população de baixa renda começa a preocupar, devido à carência de obras de infraestrutura, a problemas da erosão do solo, gerando desabamentos, e outras dificuldades mais.

A Sra. Maria José Ferreira de Barros, Assistente Comunitária de Saúde há 21 anos e moradora da Macaxeira há 28, participou ativamente do importante movimento de ocupação dessa região ocorrido no ano de 1987, deflagrado no dia 15 de março, data da posse do governador Miguel Arraes. Ela fez parte da Comissão de Ocupação, que era responsável pela negociação com o Governo de Estado e lembra que a luta foi grande, mas as conquistas foram maiores ainda. Um fato importante, por ela citado é que muitas ruas da Macaxeira, devido ao processo de ocupação e luta, têm nomes de pessoas resistentes à Ditadura Militar. Podemos citar como exemplo: Amaro Lins de Carvalho, Manoel Aleixo da Silva, Miriam Lopes Verbena, Luís Carlos de Almeida e muitos outros. Várias ruas trazem nomes de pessoas da família Othon, como: Maria Amália, Ida, Madre Lynch, Anita, entre outras.

Observando a herança deixada, através dos nomes de muitas das suas ruas, podemos perceber que a Macaxeira é um bairro marcado por histórias de domínio e libertação.

Apesar das dificuldades encontradas pelos moradores, o bairro possui características únicas, como: alguns trechos de vegetação remanescente da Mata Atlântica e a bela paisagem que se vê a partir dos morros, como comprova a foto abaixo, que dá uma visão geral do bairro mostrando, entre outras coisas, algumas residências, o Parque Urbano da Macaxeira, a Praça e a Igreja Católica, a Escola Nadir Colaço, a Academia da Cidade e o Açude de Apipucos.


Recife, 6 de outubro de 2016.



FONTES CONSULTADAS
:

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AVENIDA Norte: uma via importante para o Recife, mas com muitos problemas. Disponível em: <http://www.observatoriodorecife.org.br/avenida-norte-uma-via-importante-para-o-recife-mas-com-muitos-problemas/> Acesso em 24 set. 2016.     

BARRETO, Juliana Cunha. Nos teares da história: entre fábrica e escola, uma restauração. Recife: CEPE, 2015.

BARROS, Sandra Augusta Leão. Apipucos e suas paisagens. 1995 Monografia (Graduação) – Curso Arquitetura e Urbanismo , Universidade Federal de Pernambuco, Dezembro, 1995.

BARROS, Sandra Augusta Leão. O que são os bairros: limites político-administrativos ou lugares urbanos da cidade? O caso de Apipucos e Poço da Panela no Recife. Recife: Livro Rápido, 2004.

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COMO CITAR ESTE TEXTO:

Fonte: FARIAS, Jaqueline Ferreira Campelo de; VERARDI, Cláudia Albuquerque. Macaxeira (bairro, Recife). Pesquisa Escolar Online, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Disponível em: <http://basilio.fundaj.gov.br//>. Acesso em: dia mês ano. Ex. 6.ago.2009.

 

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