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Romeiros do Padre Cícero: Fé e Folclore Religioso na cidade de Juazeiro/CE

Waléria Menezes
Estagiária da Fundação Joaquim Nabuco (Texto orientado por Eduardo Fonseca, pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco)
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A religiosidade popular é a crença peculiar a cada povo. O que pode ser superstição para um determinado público, para outro pode ser sinônimo de veneração. Fatos considerados comuns ou até imperceptíveis para uns, tornam-se fenômeno ou, até mesmo, milagres para outros. É importante esclarecer, a princípio, os meus objetivos, que consistem em tentar refletir sobre o folclore religioso na cidade de Juazeiro do Norte. Na verdade, tentarei mostrar como procede o imaginário do romeiro em relação à figura de Pe. Cícero, suas crenças e rituais.

O povo cria seus próprios costumes e crenças, fazendo surgir no interior da Igreja romanizada uma Igreja Popular, sendo esta caracterizada por diferentes maneiras de tratar o sagrado, maneiras singulares e bastante próximas da sua realidade. É possível se testemunhar esse fato através da fala do professor Renato Dantas quando se refere ao santuário da cidade de Juazeiro do Norte - Horto.

No horto há dois momentos: religião antiga x religião nova. Antiga porque era colonial, santos da colônia, era uma igreja mais de gente, pessoal. Houve a romanização, nesse momento, mostra não a romanização mas a autoridade. Juazeiro reverteu as coisas, e não se fixou no santo autoritário. O Bom Jesus do Horto é de muita gente (povo) o coração de Jesus de pouca (Igreja).

O que foi feito pelo povo cria na percepção dos elitizados, dos romanizados, uma visão de algo pitoresco, fanático. Há um descrédito na maneira popular de pensar. Dessa forma, passa por um desconhecimento da riqueza e da adequação da maneira do outro.

Há um verdadeiro desnível de prestígio e de poder; por ser popular, acredita-se ser desprovido de saber. Mesmo com toda essa descaracterização do popular, não percebemos que são essas formas simplórias e rudimentares de se expressar que fazem parte do cotidiano das elites. São às crenças populares que, muitas vezes, nos remetemos em momentos de aflição. Esta é uma forma autocentrada e etnocêntrica de proceder. Pensam que a cultura popular é uma forma desajeitada de mostrar coisas cotidianas.

 

JUAZEIRO DO NORTE: das origens ao Mito 

A cidade de Juazeiro do Norte, situada ao sul do Ceará, é um local que não passa despercebido. Juazeiro está envolta por um misticismo que fascina aqueles que a visitam ou mesmo os que a estudam.

Todo esse fetiche deve-se a uma figura marcante que veio adiante tornar-se Mito. Padre Cícero Romão Batista, que nasceu no Ceará, em 1844, e concluiu seus estudos em um seminário de Fortaleza.

O primeiro fato que levou ao recém-ordenado ao pequeno arraial de Juazeiro foi a celebração da tradicional Missa do Galo, no Natal de 1871. em 11 de abril do ano seguinte, Padre Cícero voltou àquele lugarejo com pretensões de fixar-se por lá. O que o levou a tomar tal decisão não teria sido apenas uma empatia que fluíra naquele primeiro encontro, mas devido a um sonho ou uma visão. Certa vez, após uma tarde longa e exaustiva de confissões com pessoas do arraial, teria ido descansar, quando caiu no sono e teve uma visão que mudaria o rumo de sua vida. Conforme relatou aos seus amigos íntimos, Jesus Cristo e os doze apóstolos apareceram-lhe em uma disposição que lembrava a Santa-Ceia. De repente adentra o local uma leva de retirantes, carregando seus pertences. Cristo, virando-se para ele, afirma: “E você, Cícero, cuide desse povo!”.

A partir desse acontecido, instalou-se naquele lugar. Chegou com o grande desejo de conquistar aquele povo. Desenvolveu intensos trabalhos de pastoral, tomando para si o papel do padre, com pregações e confissões, sendo assim amigo e conselheiro daqueles que o procuravam. Fazia visitas domiciliares, ganhando de forma surpreendente a confiança e o respeito daquela gente, passando a exercer uma grande liderança sobre eles.

Pe. Cícero foi seguidor de outro grande líder espiritual do sertão, Pe. Ibiapina, que construiu as Casas de Caridade no Nordeste, onde abrigava moças pobres e viúvas que queriam prestar serviços à comunidade. Elas faziam voto de pobreza, de castidade e vestiam longos hábitos escuros. O bispo, ao perceber essa mobilização popular, com medo que se tornasse um movimento como Canudos, deu ordem para que essas casas fossem fechadas.

Trinta anos após a expulsão do padre Ibiapina, houve a perpetuação do seu trabalho socioeducacional. Em Juazeiro não tinham o nome de Casa de Caridade por conta da ordem da diocese, mas elas existiram com o nome de Orfanatos. As beatas recrutadas permaneciam com a mesma formação dada por Ibiapina.

Entre várias beatas que prestavam auxílio à Igreja e à comunidade estava a beata Maria de Araújo, que, na primeira sexta-feira do mês de março de 1889 encontrava-se em uma vigília de adoração. Por já adentrar a madrugada, Pe. Cícero resolveu dar a comunhão às mulheres, até que o fato se consumou: a beata entra em êxtase, e a hóstia recebida por ela transforma-se em sangue em sua boca. Era o Milagre (...)(MENEZES; 1998: p.15). O capelão tentou apaziguar e pedir silêncio. Mas, dessa vez a ordem do padre não foi obedecida. Logo pessoas de lugares vizinhos vieram a confirmar este fato considerado miraculoso. Com isso, iniciaram-se peregrinações àquele lugar, com o intuito de veneração aos panos que enxugaram a boca da beata, acreditando ser o próprio sangue de Cristo. Este fato repetiu-se com frequência na presença de pessoas comuns e autoridades, como médicos, os quais deram o seu laudo falando que esse era um fenômeno não explicado pela ciência.

Este ocorrido rendeu ao Pe. Cícero sua suspensão de ordens. Proibido de exercer o papel de padre, ingressou na carreira política, como mais uma forma de continuar ajudando aquela gente.

Padre Cícero morreu em 20 de julho do ano de 1934. mesmo com a sua morte, as peregrinações não cessaram; elas vêm aumentando a cada ano que passa. Todos os anos, devotos de todo o Nordeste comparecem em romaria para reverenciar o grande benfeitor dessa gente.

Todas as pessoas que buscavam proteção junto ao padre foram denominadas romeiros. São sertanejos, homens do campo que sofrem com o mal da seca, que faz com que suas condições de sobrevivência se reduzam a pequenas ajudas de pessoas maiores, donas do poder, mas que fazem questão de esquecer essa parte da população, deixando-a à sua própria sorte. Não possuem as condições mínimas de saneamento básico para viver, moram em casas de taipa, bebem água barrenta de riachos, sofrem com doenças simples que se cronificam, podendo ser até letais por não haver atendimento médico.

Com tanta aflição, eles procuram um meio de continuar a viver, e o Pe. Cícero passou a ser um referencial de apoio para todos os que precisam de ajuda, mesmo para romeiros de localidades distantes de Juazeiro, que chegam até à cidade e ao seu protetor através de suas orações e promessas. Por causa destas, todos os anos, devotos de todo o Nordeste convergem para o seu pólo comum. Viajam em condições desconfortáveis, em paus-de-arara, caminhões com tábuas dispostas na caçamba do veículo; enfrentam exaustivas horas seguidas de estrada, mas em nenhum momento deixam que a sua fé seja abalada, cantando, por todo o caminho, hinos de louvor até chegarem ao seu destino. Ficam em alojamentos sem conforto, outros armam sua rede no caminhão e dormem, mas tudo vale para chegar ao lugar.

Ele não foi canonizado pela Igreja Católica, mas no coração do povo já se fez santo, sendo provedor de muitos milagres que os devotos afirmaram ter se realizado. Como todo mito, faz parte do imaginário dessa gente desprotegida, ávida por um sustentáculo espiritual. Os romeiros do Pe. Cícero são possuidores de uma fé e crença que, para eles, são inquestionáveis, absolutas; daí o surgimento de tantas crendices em torno de sua figura, isto é, o folclore religioso.

 

Folclore Religioso

Os romeiros criaram uma religião própria. Paralelamente à igreja romanizada, deram vida a figuras pertencentes a esse modo de pensar de uma maneira bastante peculiar. Em Juazeiro, há um santuário do qual provém uma energia que mobiliza todo o imaginário popular, sendo esse o cenário de acontecimentos incompreensíveis ao pensar elitizado. Os romeiros criaram uma analogia entre a cidade de Juazeiro do Norte e Jerusalém, onde locais comuns a qualquer cidade tomaram significados e dimensões além do que parece evidente aos olhos das pessoas “normais”. O fator desencadeante dessa nova forma de ver Juazeiro seria o “sangue de Cristo”, que teria sido “derramado” através da beata Maria de Araújo. Diante disso, Juazeiro seria o lugar da Redenção. Portanto, os cenários da vida e morte de Cristo, presentes no Antigo e Novo Testamento, foram adaptados à cidade de Juazeiro. Para ilustrar, citarei comparações entre os locais que fizeram parte do trajeto da vida de Cristo e aqueles que os romeiros dizem fazer de Juazeiro a Nova Jerusalém.

 

Serra do Catolé (Horto) - Horto das Oliveiras.

Rio Salgadinho - Rio Jordão.

Pedra que fica à direita de quem sobre - Monte Sinai.

Pedra do Joelho - Pedra em que ficou a marca do joelho de Nossa Senhora, que lá descansou quando estava fugindo para o Egito.

Fonte de Santa Luzia - Água milagrosa com que Maria lavava a roupa do menino Jesus.

Santo Sepulcro - Local onde Jesus foi sepultado.

 

Esta analogia criada entre Jerusalém e Juazeiro tomou proporções que impressionam a quem observa de outra perspectiva. Dessa forma, o professor Renato Dantas fala sobre essa nova maneira de pensar. Conforme suas palavras:

A serra do Catolé foi transformada em Horto da Oliveiras, pelo fato de Juazeiro ser a nova Jerusalém era para haver o Rio Jordão, Santo Sepulcro, Monte Sinai (...), e todos os elementos que compunham o Velho Testamento.

Renato Dantas fala ainda sobre os córdeis de João do Cristo Rei, nos quais o Horto é visto como o local do juízo final. Segundo suas palavras:

Quando o mundo se acabar, Nosso Senhor, Nossa Senhora e Pe. Cícero, vão separar as almas boas, que vão para a terra do pão e mel, e as más, que vão entrar de chão adentro.
No Horto há um sítio encantado, há um portão que passando dele você chegará na terra do pão e mel.

Subindo a serra do Horto encontra-se um caminho sinuoso, cheio de pedras, definido como Santo Sepulcro, local onde Jesus foi crucificado e morto. Diz-se, ainda, haver o lugar onde Jesus nasceu. Paradoxalmente, existe o princípio e o fim. Dentre as várias pedras lá encontradas existe uma em especial, e sempre que os romeiros visitam o Santo Sepulcro passam por ela. “É a pedra da purificação dos pecados”: são duas rochas muito próximas uma da outra e quem conseguir atravessá-las estará livre dos seus pecados.

No museu da cidade - casa que foi do padre Cícero -, havia uma mesa bastante pesada em um dos cômodos, e essa mesa passou a ser mais um ícone de purificação. A pessoa que conseguisse levantar a mesa estaria livre dos pecados, valendo ressaltar que a mesa era constituída de um material que a tornava bastante pesada; todos precisavam passar por essa prova, para ficarem mais tranquilos (ou não) sobre os seus pecados.

Para alguns romeiros, o Pe. Cícero tem uma bondade tão celestial que ultrapassa o simples fato de ser santo. Há pessoas que acreditam, de maneira efetiva, que o Pe. Cícero é uma das três pessoas da Santíssima Trindade. Deus-Pai como enviou seu Filho, mandou outros personagens como o Pe. Cícero, Frei Damião. Ambos são pessoas próximas do povo, por isso os romeiros acreditam que eles poderão ser intercessores mais efetivos de seus pedidos junto a Deus.

Como forma de imortalização e agradecimento surgem os ex-votos, objetos que simbolizam a graça alcançada. Caso a promessa tenha sido para a cura de uma enfermidade da perna, após se alcançar o pedido, traz-se, até Juazeiro, uma perna de madeira para ficar na casa dos ex-votos, lugar onde são guardados todos aqueles objetos que representam as graças alcançadas.

Pe. Cícero ia além da condição de padre, ele era padrinho, e isso era possível por conta do seu cuidado com o outro. A maneira simples de referir-se àqueles que o procuravam cativava, estabelecendo dessa forma um vínculo de afeto. Ajudava com apoio espiritual e financeiro. Como um verdadeiro padrinho, cuidava de todos, tornando-se, para aquela gente, amigo, conselheiro, pacificador. Entre tantos papéis exercidos pelo padre Cícero, encontrava-se também o de médico alternativo que utilizava plantas medicinais. Diariamente recebia cartas de todas as localidades em busca de auxílio médico. Era o único recurso daquelas pessoas, desamparadas e esquecidas. Como médico recebia cartas com pedidos de remédios para doenças descritas de maneira bem própria, muitas vezes de difícil entendimento. A seguir, citarei trechos de cartas de romeiros, retirados do livro de Antenor de Andrade Silva (1992).

 

Cenal (sinal) de carne nos olhos.

Mal do ramo ficando banda esquecida.

Remédio para um pano preto e um queimor no sangue.

Remédio para dor de ponta da que eu tenho em um olho.

Remédio para estalecido, dor de cabeiça e no estambo.

Remédio para uma zuada na cabeça e um balão pesando dentro do juízo.

Remédio para a mãe do corpo (útero).

Remédio para avelchame nas guellas.

Remédio para um tremor no coração e esbilitação no estambo.

 

Pe. Cícero esforçava-se para poder responder aos pedidos. Como era um grande conhecedor da medicina natural, procurava decifrar, através dos sintomas, o que poderia ser indicado para cada tipo de moléstia.

Essa solidariedade, cuidado com o outro, se estendia a uma disponibilidade quase que constante. Todas as noites, às seis horas, uma grande quantidade de pessoas o esperava sair na janela para abençoar e rezar o terço junto com ele. Nesse momento, muitos daqueles presentes aproveitavam a oportunidade para fazer-lhe algumas perguntas, como por exemplo: “Faz mal mulher mijar em pé?”, “faz mal comer galinha com a mão?”, e assim por diante. Ele, com toda a serenidade que lhe era peculiar, respondia a cada um. A seguir, citarei a fala de Nininha Ferreira, filha do advogado e Secretário de Pe. Cícero. Escutou do seu pai, José Ferreira de Meneses, vários casos, dentre eles um, que mostra o cansaço físico mas, ao mesmo tempo, uma grande vontade de servir: 

Ficava a confessar até tarde e, em um desses momentos, confessava uma senhora que se dizia ter roubado um tacho e no meio da confissão, vencido pelo cansaço deu um cochilo. Quando acordou, perguntou bem alto e assustado: “Cadê a mulher que roubou o tacho?” (Nininha Ferreira/aposentada/Juazeiro do Norte - CE).

Mesmo com o afastamento de Pe. Cícero da Igreja, os romeiros só acreditavam no que ele tinha pregado. O que estivesse fora desse enquadre não teria o respeito deles. Em meados da década de 30, iniciaram a construção, no Rio de Janeiro, da estátua do Cristo Redentor (Cristo-Rei). Pelas formas que falavam ter a estátua, era monstruosa, cinco metros de distância entre um dedo e outro (...). O Pe. Cícero pouco falou da "realeza" de Cristo, e portanto, este só poderia ser o anticristo. Para acabar com essas deturpações, monsenhor Juviniano mandou fazer na igreja a estátua de Cristo-Rei, mas a reação dos romeiros foi de repúdio, e só passavam pela estátua de costas.

Mesmo com a morte daquele importante personagem, Juazeiro não deixou de ser um reduto de misticismo e fé, elementos que, juntos, tornaram móbil um pensar coletivo. Pela forma ímpar de tratar o sertanejo, o Pe. Cícero se tornou em muitos momentos, protagonista de contos que, para uma visão elitizada, são folclóricos, lendários; mas não para aquela gente que traz junto de si o sofrimento pelo descaso dos seus governantes. Moram em casas de taipa, “cegos” pelo analfabetismo, castigados pela seca, que, de tempos em tempos se acomoda naquela região, trazendo desespero, deixando o chão rachado, assim como os pés daqueles que procuram alento. Ver morrer seus animais; sua gente, de fome e de sede, tudo por conta de uma maldição que paira no sertão chamada indústria da seca.

Ainda assim, esse matuto do pé rachado arremata forças para ir ao seu santuário, agradecer ao seu “Padim Ciço” pelas graças alcançadas e, para isso, realiza o seu ritual de todos os anos, passando por cada símbolo que muito representa em seu imaginário. Sobre o Horto, passando pela Pedra do Joelho, Monte Sinai e no alto da colina, ajoelha-se aos pés do seu “Padim”, para agradecer e tomar forças para continuar a viver. Mesmo com dor e fome, os romeiros voltam para as suas casas na esperança de melhores dias e na certeza de voltar no ano que vem.

 

Recife, maio de 1999.
Inserido e atualizado em 18 de setembro de 2019. 

 

 

FONTES CONSULTADAS:

 

 

ARANTES, Antônio A. O que é cultura popular. São Paulo, Editora: Brasiliense, 1981.

BRANDÃO, CARLOS R. O que é folclore. São Paulo, Editora: Brasiliense, 1982.

DANTAS, Renato. As beatas do Cariri e Juazeiro. Juazeiro do Norte: Instituto Cultural do Vale Caririense, 1982.

MENEZES, Fátima. Pe. Cícero: do milagre à farsa do julgamento. Recife: Bagaço, 1998.

ROMEIROS de Padre Cícero [Foto neste texto]. Disponível em: <http://g1.globo.com/ceara/noticia/2016/11/tumulo-de-padre-cicero-deve-receber-100-mil-visitantes-neste-dia-de-finados.html>. Acesso em 18 set. 2019. 

SILVA, Antenor de A. Padre Cícero: sacerdote, médico e conselheiro. Salvador: Editora das Escolas Profissionais Salesianas da Bahia, 1992.

 

 

COMO CITAR ESTE TEXTO:

 

 

Fonte: MENEZES, Waléria. Romeiros do Padre Cícero: Fé e Folclore Religiosos na cidade de Juazeiro/CE. Pesquisa Escolar Online, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Disponível em: <http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/index.php>. Acesso em: dia mês ano. Ex.: 6 ago. 2009.

 

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