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Hino de Pernambuco

 

 Letra: Oscar Brandão
Música: Nicolino Milano

Coração do Brasil, em teu seio
Corre sangue de heróis – rubro veio,
Que há de sempre o valor traduzir,
És a fonte da vida e da história
Desse povo coberto de glória,
O primeiro talvez do porvir!

Estribilho

Salve ó terra dos altos coqueiros,
De beleza soberbo estendal!
Nova Roma de bravos guerreiros,
Pernambuco imortal! Imortal!

Esses montes e vales e rios,
Proclamando o valor dos teus brios
Reproduzem batalhas cruéis.
Do presente és a guarda avançada,
Sentinela indormida e sagrada,
Que defende da Pátria os Lauréis!

Salve ó terra dos altos coqueiros,
De beleza soberbo estendal!
Nova Roma de bravos guerreiros,
Pernambuco imortal! Imortal!

Do futuro, és a crença, a esperança
Desse povo que altivo descansa
Como o atleta depois de lutar...
No passado o teu nome era um mito,
Era o sol a brilhar no infinito,
Era a glória na terra a brilhar!

Salve ó terra dos altos coqueiros,
De beleza soberbo estendal!
Nova Roma de bravos guerreiros,
Pernambuco imortal! Imortal!

A República é filha de Olinda,
Alva estrela, que fulge e não finda
De esplendor com os seus raios de luz.
Liberdade um teu filho proclama,
Dos escravos o peito se inflama
Ante o sol dessa terra da cruz!

Salve ó terra dos altos coqueiros,
De beleza soberbo estendal!
Nova Roma de bravos guerreiros,
Pernambuco imortal! Imortal!

 

Recife, 18 de julho de 2003.

(Texto atualizado em 22 de novembro de 2007)

 

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